O consumo de produtos de seguros mudou: veja o que as Insurtechs têm a ver com isso

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O consumo de produtos de seguros mudou: veja o que as Insurtechs têm a ver com isso

O consumo de produtos de seguros mudou muitos nos últimos anos devido à evolução tecnológica e ao desenvolvimento de novos modelos de negócios. Isso é evidenciado pela maior influência das Insurtechs, organizações que estão modificando completamente a maneira como as pessoas adquirem soluções na área de seguros. Tudo graças a serviços e ferramentas digitais práticas, ágeis e confiáveis.

Adiante, separamos características dessa modalidade de startups e explicamos quais são seus principais impactos no comportamento dos clientes, bem como em todo o setor de seguros. Confira!

O que é uma Insurtech?

Insurtech é um termo originado da mescla da palavra “insurance” (seguro) com “technology” (tecnologia). No fundo, uma Insurtech é uma startup, só que voltada ao mercado de seguros, ou seja, uma organização que oferece produtos e serviços dessa área. Ela pode trabalhar com aplicações, softwares, equipamentos e outras tecnologias para ofertá-los aos consumidores, entregando maior agilidade, comodidade e mobilidade.

As Insurtechs se assemelham às Fintechs, startups da área financeira, as quais empregam tecnologias para oferecer serviços desse segmento. Elas também ditam o modo como as Insurtechs estão funcionando e se consolidando no segmento de seguros, fornecendo parâmetros e boas práticas, uma vez que estão mais estabelecidas no mercado.

Qual é a influência das Insurtechs no setor de seguros?

Os consumidores estão mais conscientes e mais exigentes graças ao aumento, nas últimas décadas, da comodidade e da qualidade na prestação de serviços de empresas de vários segmentos, principalmente por causa da tecnologia. Dessa forma, eles esperam o mesmo da área de seguros, embora seja um segmento normalmente tradicional, burocrático e engessado em seus processos.

Para atender essa demanda, as Insurtechs estão trabalhando com maior foco na experiência de seus usuários, deixando um pouco de lado margens elevadas de lucros, que podem não se sustentar no médio e longo prazo. Isso porque, caso mantenham a forma de trabalho antiga, a tendência é a perda de clientes ao longo do tempo.

É preciso ressaltar que as pessoas estão querendo cada vez mais uma maior acessibilidade financeira aos planos, redução significativa de burocracia e maior personalização das apólices e serviços prestados. Para atender essas reivindicações, a atuação das Insurtechs vai desde a melhora da experiência dos clientes na aquisição de seguros, passa pelo estímulo a soluções mais inovadoras e chega até a ampliação do mercado para indivíduos que antes não conseguiam contratar seguros.

Isso se dá pela entrega maior de facilidade ao acesso desses serviços, especialmente por conta de dispositivos móveis, e à redução de valores possibilitada por terem estruturas mais enxutas e otimizadas. Dessa forma, seus custos fixos são menores do que os das seguradoras convencionais, o que justifica preços de produtos e serviços menores.

Tudo isso ocasiona um efeito benéfico ao setor, pois o público em geral passa a avaliá-lo mais positivamente, além de se tornar maior e mais diversificado.

Quais estratégias estão empregando no meio digital?

O setor de seguros é marcado pela complexidade, burocracia e regulação extrema. Além disso, tem processos ultrapassados, sendo boa parte manual e repetitiva. Tais aspectos dificultam a inovação e a adoção de práticas melhores e mais dinâmicas. Por outro lado, o ambiente dentro das Insurtechs é mais fluido, proativo e criativo, principalmente por causa do meio digital.

Nele, é possível entregar serviços customizados graças a sistemas que mapeiam comportamentos e necessidades dos clientes, bem como fazer vendas digitais mais rápidas e volumosas. O meio online abre um leque de possibilidades, pois é possível fechar contratos de seguros em diversas regiões do país.

Também dá para melhorar o atendimento ao cliente com o uso de mensageiros instantâneos, chatbots e mensagens via redes sociais. Além disso, o consumidor consegue solicitar um serviço com poucos cliques em seu smartphone, contratar um seguro online e tirar suas dúvidas em questão de segundos, sem que precise enfrentar filas e burocracia.

Outro ponto importante é o pós-venda no ambiente virtual, o qual pode ser feito com maior eficiência e velocidade. Depois da conclusão de uma venda de algum produto, dá para se contatar o cliente para saber como está sendo sua experiência de consumo, solicitar avaliações e até oferecer serviços adicionais que gerem maior valor. Tudo isso em apenas alguns minutos.

É importante destacar que a demanda por seguros tende a se diversificar na proporção em que novos perfis de clientes surgem no mercado e na medida em que as tecnologias possibilitam diferentes formas de interação. Aliado as esses fatores, temos a chegada de tecnologias que prometem alterar profundamente as interações comerciais nos próximos anos, como a Inteligência Artificial, o Blockchain e a Internet das Coisas (IoT).

O que as seguradoras tradicionais podem fazer para se ajustar a esse processo?

Segundo a pesquisa “Opportunities await: How InsurTech is reshaping insurance”, feita pela PwC e divulgada em 2016, 3 em cada 4 organizações de seguros creem que partes de seus negócios têm riscos de serem interrompidos pelas inovações disruptivas das Insurtechs.

Isso significa que o mercado já está atento às mudanças no consumo de produtos de seguros e à influência das Insurtechs nas formas de se comercializar apólices e demais serviços. Para se proteger da perda de consumidores e das quedas nos resultados, é importante que o investimento em inovação tecnológica seja um dos principais focos do negócio.

Ainda segundo esse mesmo estudo, 28% das seguradoras entrevistadas afirmaram ter parcerias com essas startups, enquanto que, perto de 14%, participam em empreendimentos da área ou em programas de incubadoras. Aquelas organizações tradicionais que não conseguem se modernizar têm nas parcerias uma maneira de aproveitar as vantagens das Insurtechs.

Dessa forma, futuramente poderão ocorrer muitos acordos e trocas de experiências entre tradicionais players do mercado e esses empreendimentos disruptivos. Tal aspecto certamente possibilitará serviços cada vez mais alinhados às necessidades dos clientes, o que será importante para muitas dessas empresas se manterem no mercado e conseguirem diferenciais competitivos.

E aí, gostou de saber sobre a influência das Insurtechs e como o consumo de produtos de seguros foi impactado por essas startups? Quer mas informações sobre o assunto? Então, siga as nossas redes sociais: estamos no LinkedIn, Twitter e Facebook!

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